Faça uma pesquisa sobre o fim da URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) e escreva um texto conclusivo que explique os motivos que levaram a esse fim, qual o contexto histórico ( Na URSS e no mundo) e quais os principais personagens envolvidos.
Pode ser feito individualmente, em duplas ou em trios. Colocar nome, nº e série de cada integrante.
Valor: 2,0 pontos
Data de entrega:
Impresso ou manuscrito: 04/06/2009 (durante a aula de história)
Digital: 05/06/2009 (pode postar como comentário NESTE tópico ou enviar por e-mail: profluizhist@gmail.com)
Obs: Existe material farto na rede. Pesquise em mais de uma fonte.
Victor leme de freitas 9°b n 28
Foram varios fatores que leveram o colapso, um dos fatores foi o excessiva manutenção do exercito( Praticamente eles só gastavam no setor militar deixando os outros desvalorizados, consequentemente industrias não possuia tecnologia atual),
Sindicato Solidariedade,Foi um dos primeiros partidos não-comunistas na Polônia surgiu devido ao estado que ela se encontrava não havia alimentos(um dos grandes fatores para racionalização de produtos alimenticios, foi o caso da usina de chernobyl que prejudicou grande parte da produção agricola da urss) e havia grande pobreza.
Também havia guerras indiretas(Ambas as Potências,Capitalista e Socialista, armavam grupos em determinados paises trazendo consequencias futuras, como a AI-QAEDA que foi treinada pela CIA)
Posteriormente Gorbatchov tentou dar mas liberdade,”abrir” a urss(perestroika,glasnost) , mas isso culminou numa grande revolta pois o comunismo não estava dando conta de administrar e o povo organizou um revolta.
Para completar ainda os estados estavam se tornando paises(Romenia tinha matado seu ditador…), assim em pouco tempo toda união sovietica se esfarelou.
Resumindo os principais fatores pela queda, é o Papa(ele apoiava o partido Solidariedade na Polônia , e não era simpatizante ao Comunismo),Chernobyl(ela acabou com boa parte das terras ferteis da russia),Gasto execessivo no setor militar despriorizando outros setores, e o proprio Gorbatchov que tentou mudar a URSS mas o “tiro saiu pela culatra”.
Videos(Da globo na época da queda, desde as revoltas até o estopim) em ordem:
http://www.youtube.com/watch?v=32HFDb1cjDU&feature=related (1°)
http://www.youtube.com/watch?v=Sk0o359uz80&feature=related (2°)
http://www.youtube.com/watch?v=H2n1HuoYDVY (3°)
As propagandas que ambas potencias usavam na guerra fria:
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b9/Anti-capitalism_color.gif(critica ao capitalismo)
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/2/21/Is_this_tomorrow.jpg(critica ao comunismo)
http://farm4.static.flickr.com/3267/2372800454_5bb56678c5.jpg(critica ao comunismo)
http://www.designsdelight.com/wp-content/uploads/2008/11/poster-agitators.jpg ( Não consegui determinar qual é data exata, mas achei interresante)
O Fim da União Soviética
Em 1991, em meio a uma grave crise do que se passou a chamar “socialismo real”, a União Soviética deixava oficialmente de existir.
A URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) foi considerada por muitos, durante décadas, um país onde a classe trabalhadora governava em condições dignas de vida. Para outros, entretanto, a União Soviética foi um pesadelo de autoritarismo e opressão
em 1922, o novo país teria a aplicação da teoria socialista, onde um estado forte, governado pela classe proletária, controlaria toda a economia e se responsabiliza pela distribuição igualitária da riqueza entre toda a população.O país foi criado depois da revolução de 1917, na Rússia, em que os bolcheviques, liderados por Lênin e influenciados pelas ideias Karl Marx.
colocar em prática as idéias de Marx, formulando soluções para a implantação do novo sistema econômico.
Lênin substituído por Josef Stalin. Stalin determinou a coletivização das fazendas e baniu milhares de pessoas para a Sibéria.
levaria a União Soviética a participar da Segunda Guerra Mundial
Ao final da guerra, o mundo ficou dividido em duas regiões de influência geopolítica: uma, a Oeste, dominada pelos Estados Unidos; e o Leste, do outro, influenciada por Moscou.
Quando de sua morte em 1953, a URSS era uma potência, com extraordinário desenvolvimento social e econômico.
Nos anos 70, o modelo político-econômico soviético, que havia transformado o país numa superpotência, começava a dar sinais de exaustão. A Rússia, de fato, vivia um período de decadência. Apesar do povo ter saúde pública e ensino gratuitos, as condições de vida da população começaram a piorar rapidamente.
No final dos anos 80, o presidente soviético Mikhail Gorbachev estava ciente dos problemas que o país atravessava e decidiu adotar dois conjuntos de reformas. A Reestruturação,visava mudar as condições econômicas do Estado – na realidade, permitia a volta da propriedade privada e do capitalismo. Já a Glasnost, ou Transparência, tinha como objetivo mudar a estrutura política e abrir caminho para o surgimento de mecanismos de expressão democrática. Gorbachev queria diminuir a burocracia e a corrupção, que eram alarmantes nos órgãos estatais naquela época.
Em 1991, a popularidade de Gorbachev estava em baixa, por causa da falta de resultados das suas reformas na tentativa de melhorar a vida da população.
Nesse momento, setores do governo contrários decidiram tentar dar um golpe de estado.
Os golpistas não contavam com a mobilização popular e com a liderança do presidente da república da Rússia, Boris Yeltsin. Depois de apenas três dias, a tentativa de golpe fracassou.
Gorbachev voltaria ao poder enfraquecido, por causa da ascensão de Yeltsin. O golpe também havia sido a gota d’água que faltava para o desmoronamento da União Soviética.
O presidente russo e outros líderes de repúblicas soviéticas iniciaram a criação da Comunidade de Estados Independentes (CEI), que uniria boa parte dos ex-países soviéticos. Em dezembro, a União Soviética, finalmente, deixou de existir.
CONCLUSÃO:
Lênin fazia parte de um grupo socialista,ele queria mudar a economia da Rússia.Lênin morreu e seu sucessor foi Joseph Stalin que fez uma coleta de fazendas e seus respectivos donos foram mandados para Sibéria.
Depois Gorbachev criou diferentes tipos de reforma: a propriedade privada e a democracia.O governo de Gorbachev não satisfez o povo e sofreu um golpe de estado e assim Boris Yeltsin ficou três dias em seu lugar.O povo se manifestou e assim,Gorbachev voltou a seu posto.Seu governo já estava fraco antes do golpe e assim a União Soviética se desfez em estados independentes.
PERSONAGENS:
• KARL MARX
• LÊNIN
• JOSEPH STALIN
• GORBACHEV
• BORIS YELTSIN
Jéssica n°13 9°A
Fim da URSS
queda do governo de Stálin trouxe à tona uma série de transformações que abriu portas para o fim da centralização política promovida pelo stalinismo. No governo de Nikita Kruchev, várias das práticas corruptas e criminosas do regime stalinista foram denunciadas. Depois de seu governo, Leonid Brjnev firmou-se frente a URSS de 1964 a 1982. Depois desse período, Andropov e Constantin Tchernenko assumiram o governo russo.
No ano de 1985, o estadista Mikhail Gorbatchev assumiu o controle do Partido Comunista Soviético com idéias inovadoras
O fechamento do país para as nações não-socialistas forçou a União Soviética a sofrer um processo de atraso econômico que deixou a indústria soviética em situação de atraso. Além disso, os gastos gerados pela corrida armamentista da Guerra Fria impediam que a União Soviética fosse capaz de fazer frente às potências capitalistas.
as autoridades soviéticas pediram auxílio para que outras nações capitalistas fornecessem apoio financeiro para que a nação soviética superasse suas dificuldades,com isso a URSS acabou.
os principais personagens são: Andropov,Constantin Tchernenko, Mikhail Gorbatchev
O ano de 1905 é considerado o prólogo da czarista acabara Revolução russa. A Rússia de ser derrotada em uma guerra contra um Japão pequeno e tecnologicamente atrasado. A derrota abalou a popularidade do czar Nicolau II, e a revolta interna que se seguiu serviria de precedente para a revolução de 1917.
O Partido Operário Social-Democrata, dividido nas correntes Bolchevique e Menchevique, em russo maioria e minoria respectivamente iniciou a Revolução Russa em 1917, em duas etapas distintas. O derrube do czar ocorreu em Fevereiro, sendo instaurada então uma república cuja estrutura de poder desde cedo se dividiu entre um parlamento convencional e sovietes (conselhos) populares que não se reconheciam mutuamente. As tensões assim geradas desembocaram na Revolução de Outubro, em Novembro de 1917.
Com a crise emergente da URSS, os países comunistas entraram em grave declínio. Dois grandes marcos da crise soviética foram percebidos na Europa: o colapso da Cortina de Ferro e a Queda do Muro de Berlim Já a Queda do Muro de Berlim foi o grande símbolo da crise socialista; o fim da divisão de Berlim e a unificação alemã representaram o fim do socialismo na Europa e início do dominio total do capitalismo.
Em setembro de 1991 a Lituânia, a Estônia e a Letônia se aproveitaram do momento ao qual a URSS passava e declararam a sua independência; haviam sido anexados após a Segunda Guerra Mundial.
Em 1º de Dezembro, a Ucrânia proclamou sua independência por meio de um plebiscito que contou com o apoio de 90% da população.
Uma semana depois, os presidentes das repúblicas da Rússia, Ucrânia e Bielo-Rússia criaram, na cidade de Brest (Bielo-Rússia), a Comunidade de Estados Independentes (CEI), decretando o fim da União Soviética.
No dia 21 de dezembro, 11 das 15 repúblicas soviéticas, em Alma Ata, capital do Casaquistão, endossaram a CEI, decretando o fim da União Soviética.
Gorbatchov governou sem apoio durante mais quatro dias e em 25 de Dezembro de 1991, renunciou e declarou que a União Soviética deixaria de existir oficialmente em 31 de dezembro de 1991.
Andrey marinho . nº3 9ºB
a URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) era um bloco socialista,e procurava sempre trazar outros paises para o bloco socialista,mais os USA bloco capitalista tambem queria trazer outros paises para o bloco.
intão sempre foi essa briga de URSS VS. USA. intão sempre prometia uma guerra,todos falavam que ia ser a 3 guerra mudial,e nessa de guerra,a URSS , criou misseis no clear,bonba,e assinarão um tratado de contra armas do clear.e a URSS conseguil transforma cuba em o bloco capitalista,e os USA ficaram com medo,e foram invadi o viatinã,mais ninguem nunca imaginaria que perderia para o viatnã,e os USA decidiu não fazer mais parte da guerra,investi em outras coisas,e foi nessa época que criou o rock,que falava não a guerra,comesarão a dança e o USA ganhando dinheiro.
e a URSS só investindo em armas,e acabou quebrando e terminando com o bloco socialista .
conclusão :a URSS aposto muito em uma guerra contra os USA,e foi comprando armas,e os USa viu que essa guerra não iria acontecer,e comesou a gastar dinheiro com outras coisas.e a URSS acabou quebrando,tendo seu fim.
Fim da URSS e Crise Russa
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Após a II Guerra Mundial, a URSS converteu-se, lado a lado aos EUA, numa das maiores potências mundiais. Tem início um período de tensão mundial que ficou conhecido como Guerra Fria, que contrapôs por quase 45 anos os dois maiores arsenais do mundo, o norte-americano e o soviético. Ao mesmo tempo em que essas forças antagônicas se confrontavam internacionalmente, dentro da URSS, o final dos anos 50 e início dos anos 60 presenciaram alguns dos momentos mais prósperos do país. Ocorreram sérias melhoras na oferta de produtos para o consumo da população (nada comparável aos níveis de consumo do mundo capitalista ocidental, mas para os níveis soviéticos, um grande progresso), aumento da oferta de moradias e, grande glória soviética, a saída na frente na corrida espacial: o lançamento da primeira nave espacial não tripulada (o Sputinik), o lançamento do primeiro ser vivo no espaço (a cachorrinha Laika) e, pouco depois, o lançamento do primeiro cosmonauta, Yuri Gagarin, que voltou são e salvo.
Na política mundial, a URSS mostrava seu poderio militar e a capacidade de influência ideológica, opondo-se aos EUA onde quer que a Guerra Fria assim demandasse. Dessa forma, assiste-se à Guerra da Coréia, à Crise dos Mísseis em Cuba, à construção do muro de Berlim e ao recrudescimento do conflito do Vietnã. A indústria bélica soviética, impulsionada pela corrida com os EUA, crescia a passos largos, desenvolvendo armas, bombas atômicas e de hidrogênio cada vez mais poderosas e sofisticadas.
A URSS entre 1945 e 1991
Esse desenvolvimento militar não foi, entretanto, acompanhado pela indústria de consumo civil, que na década de 70 se viu ultrapassada em qualidade e oferta pelos produtos do mundo capitalista ocidental. Em outra frente, a agrícola, as coisas iam de mal a pior: por ineficiência técnica e problemas climáticos (invernos rigorosos), as colheitas soviéticas declinavam vertiginosamente. Em meados dos anos 70, a URSS foi obrigada a importar trigo do ocidente, com produtos vindos da Europa, EUA e até Argentina. O governo soviético de Leonid Brezhnev, ciente da necessidade de direcionar para o setor civil parte do desenvolvimento obtido na indústria bélica, tentava esvaziar a corrida armamentista, assinando com os EUA vários acordos para redução da fabricação de mísseis, como os acordos SALT.
Entretanto, a envelhecida liderança soviética não era capaz, por comodismo ou ineficiência, de promover as mudanças radicais de que a URSS precisava. Assim se passam os anos 70. As coisas se aceleram na década de 80. Do outro lado do Atlântico, chega ao poder dos EUA Ronald Reagan, que, como presidente do conservador Partido Republicano, vê na URSS um mortal inimigo a ser combatido em todas as frentes. O governo norte-americano passa a armar as guerrilhas afegãs, afundando a URSS numa guerra de desgaste violento. Por sugestão do presidente, a indústria de guerra americana começa a desenvolver um sistema de defesa espacial antimísseis, que ficou conhecido como “Guerra nas Estrelas”. Isso era muito para a indústria bélica soviética e as velhas lideranças do PC. Em 1982, morre Leonid Brezhnev, substituído por Yuri Andropov. Dois anos depois Andropov também morre e é substituído por Constantin Tchernenko, que em menos de um ano também falece. Estava aberto o caminho para a nova liderança. Sobe ao poder em 1985, como secretário-geral do Partido Comunista da URSS, Mikhail Gorbachev. Pela primeira vez a URSS tem um líder que não havia participado da Revolução Russa ou da II Guerra Mundial, alguém que havia feito carreira dentro das universidades soviéticas, que havia participado do governo, como Ministro da Agricultura, e conhecia de perto os problemas que a URSS vinha enfrentando.
Sua primeira proposta, ao assumir o governo, foi promover uma tentativa de reestruturação do socialismo soviético, injetando maior dinamismo à economia. Essa proposta, conhecida como perestroika, pregava maior liberdade no funcionamento das empresas, maior liberdade para as iniciativas privadas e a possibilidade, se bem que limitada, de investimentos externos. Como tal proposta não surtisse alterações, apesar de aplaudida pelos líderes do partido, Gorbachev tenta uma segunda proposta: a glasnost. A palavra russa, que significa “transparência”, queria dizer que eram necessárias críticas ao sistema para que este se reestruturasse. A glasnost propunha, então, maior liberdade de expressão, maior possibilidade para que as pessoas manifestassem suas insatisfações, o que favoreceria a busca de soluções para os problemas.
Se, por um lado, a glasnost permitiu realmente maiores críticas ao sistema, por outro lado, diversas pendências que se arrastavam pelos anos de fechamento político começaram a vir à tona: a insatisfação de membros do Partido Comunista diante da falta de oportunidades políticas dentro do PC, entre eles Boris Yeltsin, ex-prefeito de Moscou, que sai do partido para fundar outra agremiação política (mais tarde seria eleito presidente da República da Rússia, ainda dentro da URSS); o desejo de independência por parte de nacionalidades descontentes dentro da União etc.
As reformas que eram encaminhadas por Gorbachev, e eventualmente aprovadas pelo Congresso, não surtiam efeito. Aumentava a insatisfação popular. Na véspera da votação de um nova lei sobre a estrutura da federação, membros conservadores do Partido Comunista promovem um golpe contra Mikhail Gorbachev. Ele foi preso em uma casa de campo na Criméia, enquanto os golpistas promulgavam na televisão um retorno aos antigos princípios da URSS. Os golpistas conclamam o povo e as Forças Armadas a apoiá-los. Entretanto não há reação, nem do povo, nem do Exército. Isso dá oportunidade a que os grupos que haviam conseguido destaque durante os tempos de glasnost promovessem um contragolpe. Liderados por Boris Yeltsin e com o apoio dos presidentes de outras repúblicas, os contragolpistas libertaram Gorbachev e prenderam os líderes reacionários do PC. Gorbachev tentou retomar a liderança da URSS, mas era tarde demais. O golpe conservador havia esfacelado a força moral do Partido Comunista. É proibida a atuação do Partido Comunista, e os presidentes da Rússia, Ucrânia e Bielorrússia decidem pelo fim da URSS. Na verdade, o esfacelamento do país já havia começado um pouco antes, durante o golpe conservador do PC, quando as repúblicas bálticas da Estônia, Letônia e Lituânia declararam independência. Em 25 de dezembro de 1991 tem fim a URSS, fazendo surgir 15 novos países. Além dos bálticos, ganharam a independência Rússia, Ucrânia, Bielorrússia, Moldávia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Casaquistão, Turcomenistão, Tajiquistão, Uzbequistão e Quirguistão. Assim a URSS, cuja criação e história no século XX resultou na morte de milhões de pessoas, é extinta praticamente sem grandes violências.
A União Soviética foi muito abalada com a segunda guerra mundial. Mesmo assim, o governo de Joseph Stálin foi capaz de realizar um eficiente planejamento, colocar a URSS nos trilhos do desenvolvimento e a transformar em uma das grandes potências mundiais, ao lado dos Estados Unidos. Após ter governado a URSS , Stálin morreu em 1953, sendo sucedido por Nikita Krushev. O governo de Stálin, embora tenha transformado a União Soviética em uma potência, foi marcado pelo autoritarismo, ditadura, falta de liberdade e corrupção(comunismo). Krushev, quando assumiu o poder, decidiu acabar gradativamente com a política autoritária do governo anterior e procurou adotar uma política de paz com os países capitalistas. No entanto, em 1964, Krushev foi deposto, sob a acusação de abuso de poder. Em seu lugar assumiu Leonid Brejnev, o qual governou até 1982. Foi justamente nessa época (por volta de década de 70) que os problemas econômicos e sociais se acentuaram. Em razão da URSS se manter isolada economicamente da maior parte do mundo, sua indústria se tornou atrasada. Se há alguns anos o país era um grande exportador de alimentos, o mesmo passou a ser importador. Com o declínio da atividade industrial e agrícola, surgiram inúmeros problemas sociais, principalmente o aumento do desemprego. Após a morte de Brejnev, em 1982, Andropov e Constantin Tchernenko assumiram o governo. No entanto, foi em 1985, com a entrada de Mikhail Gorbatchev, que a União Soviética passou por bruscas mudanças políticas, econômicas e sociais. Ciente dos problemas que o país passava. Gorbatchev propôs dois planos: a perestroika (reestruturação) e a glasnost (transparência). Com essas profundas mudanças, tornou-se claro que a União Soviética estava com seus dias contados. Temendo o quadro político que estava instalado na Rússia, as outras repúblicas começaram a exigir autonomia. Em 1991, quase todos os países já eram independentes. O fim definitivo da URSS foi oficializado em 21 de dezembro de 1991, com a criação da Comunidade dos Estados Independentes (CEI), organização supranacional formada por Rússia, Ucrânia, Bielo-Rússia, Cazaquistão e Uzbequistão.
Os problemas gerados pela burocratização do governo soviético foram piorando a situação social, política e econômica do país. A estagnação econômica pode ser uma tendência dos países socialistas, mas não foi o fator para acabar com a União Soviética.
Na política mundial, a URSS mostrava seu poderio militar e a capacidade de influência ideológica, opondo-se aos EUA onde quer que a Guerra Fria assim demandasse. Dessa forma, assiste-se à Guerra da Coréia, à Crise dos Mísseis em Cuba, à construção do muro de Berlim e ao recrudescimento do conflito do Vietnã.
A indústria bélica soviética, impulsionada pela corrida com os EUA, crescia a passos largos, desenvolvendo armas, bombas atômicas e de hidrogênio cada vez mais poderosas e sofisticadas. Esses gastos consequentes da briga que comprou com o país norte-americano comprometeram duramente a estrutura econômica soviética e deixou evidente algumas deficiências e distorções estruturais da sociedade soviética e a necessidade de reformas urgentes.
No ano de 1985, o estadista Mikhail Gorbatchev assumiu o controle do Partido Comunista Soviético com idéias inovadoras. Entre suas maiores metas governamentais, Gorbatchev empreendeu duas medidas: a Perestroika (reestruturação) e a glasnost (transparência). A primeira visava modernizar a economia russa com a adoção de medidas que diminuía a participação do Estado na economia.
A glasnost tinha como objetivo abrandar o poder de intromissão do governo nas questões civis. A ação renovadora de Gorbatchev criou uma cisão política no interior da União Soviética. Alas ligadas à burocracia estatal e militar faziam forte oposição à abertura política e econômica do Estado soviético.
Em esfera internacional, a União Soviética buscou dar sinais para o fim da Guerra Fria. As tropas russas que ocupavam o Afeganistão se retiraram do país e novos acordos econômicos foram firmados junto aos Estados Unidos. Logo em seguida, as autoridades soviéticas pediram auxílio para que outras nações capitalistas fornecessem apoio financeiro para que a nação soviética superasse suas dificuldades
internas.
Em contrapartida, um grupo de liberais liderados por Boris Ieltsin defendia o aprofundamento das mudanças com a promoção da economia de mercado e a privatização do setor industrial russo. Em agosto de 1991, um grupo de militares tentou dar um golpe político sitiando com tanques a cidade de Moscou.
O insucesso do golpe militar abriu portas para que os liberais tomassem o poder. No dia 29 de agosto de 1991, o Partido Comunista Soviético foi colocado na ilegalidade.
Com a proibida atuação do Partido Comunista, e os presidentes da Rússia, Ucrânia e Bielorrússia decidem pelo fim da URSS.E foi em 1991, em meio a uma grave crise do que se passou a chamar “socialismo real”, a União Soviética deixava oficialmente de existir e Gorbatchev dá a noticia ao mundo.
Obs: Luiiz, não deu para entregar antes por causa da festa junina.Maais está ai (:
Victoria Doyle Romano n°24
Marina Sewaybricker Fernandes n°18
9°A
A queda do governo de Stálin trouxe à tona uma série de transformações que abriu portas para o fim da centralização política promovida pelo stalinismo. No governo de Nikita Kruchev, várias das práticas corruptas e criminosas do regime stalinista foram denunciadas. Depois de seu governo, Leonid Brjnev firmou-se frente a URSS de 1964 a 1982. Depois desse período, Andropov e Constantin Tchernenko assumiram o governo russo.
Nesse período, os problemas gerados pela burocratização do governo soviético foram piorando a situação social, política e econômica do país. O fechamento do país para as nações não-socialistas forçou a União Soviética a sofrer um processo de atraso econômico que deixou a indústria soviética em situação de atraso. Além disso, os gastos gerados pela corrida armamentista da Guerra Fria impediam que a União Soviética fosse capaz de fazer frente às potências capitalistas.
A população que tinha acesso ao ensino superior acabou percebendo que o projeto socialista começava a ruir. As promessas de prosperidade e igualdade, propagandeadas pelos veículos de comunicação estatais, fazia contraste com os privilégios a uma classe que vivia à custa da riqueza controlada pelo governo. Esse grupo privilegiado, chamado de nomenklatura, defendia a manutenção do sistema unipartidário e a centralização dos poderes políticos.
No ano de 1985, o estadista Mikhail Gorbatchev assumiu o controle do Partido Comunista Soviético com idéias inovadoras. Entre suas maiores metas governamentais, Gorbatchev empreendeu duas medidas: a perestroika ( reestruturação) e a glasnost (transparência). A primeira visava modernizar a economia russa com a adoção de medidas que diminuía a participação do Estado na economia. A glasnost tinha como objetivo abrandar o poder de intromissão do governo nas questões civis.
Em esfera internacional, a União Soviética buscou dar sinais para o fim da Guerra Fria. As tropas russas que ocupavam o Afeganistão se retiraram do país e novos acordos econômicos foram firmados junto aos Estados Unidos. Logo em seguida, as autoridades soviéticas pediram auxílio para que outras nações capitalistas fornecessem apoio financeiro para que a nação soviética superasse suas dificuldades internas.
A ação renovadora de Mikhail Gorbatchev criou uma cisão política no interior da União Soviética. Alas ligadas à burocracia estatal e militar faziam forte oposição à abertura política e econômica do Estado soviético. Em contrapartida, um grupo de liberais liderados por Boris Ieltsin defendia o aprofundamento das mudanças com a promoção da economia de mercado e a privatização do setor industrial russo. Em agosto de 1991, um grupo de militares tentou dar um golpe político sitiando com tanques a cidade de Moscou.
O insucesso do golpe militar abriu portas para que os liberais tomassem o poder. No dia 29 de agosto de 1991, o Partido Comunista Soviético foi colocado na ilegalidade. Temendo maiores agitações políticas na Rússia, as nações que compunham a União Soviética começaram a exigir a autonomia política de seus territórios. Letônia, Estônia e Lituânia foram os primeiros países a declararem sua independência. No final daquele mesmo ano, a União Soviética somente contava com a integração do Cazaquistão e do Turcomenistão.
No ano de 1992, o governo foi passado para as mãos de Boris Ieltsin. Mesmo implementando diversas medidas modernizantes, o governo Ieltsin foi marcado por crises inflacionárias que colocavam o futuro da Rússia em questão. No ano de 1998, a crise econômica russa atingiu patamares alarmantes. Sem condições de governar o governo, doente e sofrendo com o alcoolismo, Boris Ieltsin reiniciou ao governo. Somente a partir de 1999, com a valorização do petróleo no governo de Vladimir Putin, a Rússia deu sinais de recuperação.
Fim da URSS
A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas era uma federação de 15 repúblicas multiétnicas,
Na União Soviética, partir da década de 1970, o planejamento econômico, principal caracteística do regime socialista, começou a enfraquecer. O controle da economia não gerou mais crescimento. O Estado determinava o que e quanto produzir, onde comprar matérias-primas, qual o preço das mercadorias e o salário dos trabalhadores.
Os burocratas do partido só se preocupavam em cumprir as metas estabelecidas. A falta de concorrência levava ao desinteresse de aprimoramento da qualidade dos produtos. Os grandes investimentos se destinavam à indústria bélica, para fazer frente aos Estados Unidos.
Alguns produtos começaram faltar no mercado. Desenvolveu-se um mercado negro e a corrupção começou a tomar conta do governo do país.
Em 1985, Mikhail Gorbatchov subiu ao poder. Ele era um governante muito jovem comparado aos outros governantes. Era um político que via necessidade de reformas para evitar o colapso de seu país.
Gorbatchov promoveu uma reestruturação da economia, desmilitarizando-a e descentralizando-a. Tornando quase um país socialista em capitalista.
Ao contrário de Gorbatchov, promoveu simultaneamente uma abertura política, a que chamou de “glasnost”. Com ela, restabeleceu o pluripartidarismo, aboliu a censura, e libertou presos políticos, incentivou a liberalização dos regimes dos países do Leste Europeu, onde a economia planejada também fracassava e a insatisfação popular aumentava dia a dia.
As medidas não foram suficientes para reverter a crise econômica do país e Gorbatchov começou a perder popularidade. Aproveitando-se disso, antigas lideranças do Partido Comunista aliados a chefes militares ,em agosto de 1991,tentaram dar um golpe de Estado .
Boris Ieltsin foi quem assumiu a liderança da população contra o golpe. Depois disso, o ritmo dos acontecimentos históricos se aceleram: em setembro de 91, a Lituânia, a Estônia e a Letônia se proclamaram independentes da União Soviética. Em dezembro do mesmo ano, a Rússia, a Ucrânia e a Bielo-Rússia se reuniram numa Comunidade de Estados Independentes. Diante disso, na prática a União Soviética não existia mais. Gorbatchov renunciou e declarou a extinção da URSS no último dia do ano.
Guerra fria! Disputa de quem manda mais entre gigantes! Mas como definir quem manda mais entre sistemas tão diferentes, como os irmãos que tinham o ideal Capital e os outros, que tinham traido suas ideias iniciais, os que tinham o ideal Social? Simples! Quem atrair mais paises para o seu bloco será o mais poderoso.
“Mas não podemos fazer isso!” pensaram os socialistas, “a guerra vai estourar a qualquer momento! Temos que nos preparar para o perigo iminente! E então, a nossa única alternativa seria parar de investir no mercado! Na economia! quando a guerra estourar, temos que estar mais bem preparados!”
E assim, os irmãos socialistas se armaram com o que havia de mais moderno, ficando anos-luz na frente dos seus iguais, que apenas pensavam de formas diferentes, no outro lado do globo.
“Não podemos mais continuar com isso, é uma derrota clara para o nosso lado!”, raciocinaram os captalistas, “Ah! Mas há uma solução! Nem todas vitórias vem de guerras, entende, podemos vender uma imagem, algo que faça todos acreditarem que somos melhores, que somos superiores, vamos faze-los querer ser americanos, nós vamos, não investir em armas, mas vamos investir em nossa imagem, vamos vender nosso estilo de vida, o American Way of Life!”
Sim, óbviamente, alguém ia preferir viver num pais onde há preucupação com o povo do que em um pais onde se vive numa paranóia bélica, assim, aos poucos, aqueles que acreditavam acima de tudo no Capital acabaram desmoralizando aqueles que alegavam crer no bem-estar da sociedade. Com o tempo, a URSS acabou cedendo a pressão externa e se quebrando. E então, os dois irmãos finalmente entraram em um acordo, mas, será que o lado que ganhou realmente é o que faria o bem de todos?
Nos anos 70, o modelo político-econômico soviético, que havia transformado o país numa superpotência, começava a dar sinais de exaustão. Nas fábricas, o maquinário estava ficando obsoleto, e a economia estava estagnada. A Rússia, de fato, vivia um período de decadência. Apesar do povo poder comprar apartamentos baratos, ter saúde pública e ensino gratuitos, as condições de vida da população começaram a piorar rapidamente.
No final dos anos 80, o presidente soviético Mikhail Gorbachev estava ciente dos problemas que o país atravessava e decidiu adotar dois conjuntos de reformas. A Perestroika, ou Reestruturação, visava a mudar as condições econômicas do Estado – na realidade, permitia a volta da propriedade privada e do capitalismo. Já a Glasnost, ou Transparência, tinha como objetivo mudar a estrutura política e abrir caminho para o surgimento de mecanismos de expressão democrática. Gorbachev queria diminuir a burocracia e a corrupção, que eram alarmantes nos órgãos estatais naquela época.
Em 1991, a popularidade de Gorbachev estava em baixa, por causa da falta de resultados das suas reformas na tentativa de melhorar a vida da população.
Nesse momento, setores do governo contrários às reformas, como membros da velha guarda do Partido Comunista e alguns militares, decidiram tentar dar um golpe de estado.
Os golpistas não contavam com a mobilização popular e com a liderança do presidente da república da Rússia, Boris Yeltsin. Depois de apenas três dias, a tentativa de golpe fracassou.
Gorbachev voltaria ao poder enfraquecido, por causa da ascensão de Yeltsin. O golpe também havia sido a gota d’água que faltava para o desmoronamento da União Soviética.
O presidente russo e outros líderes de repúblicas soviéticas iniciaram negociações para a criação da Comunidade de Estados Independentes (CEI), que uniria boa parte dos ex-países soviéticos. Em dezembro, a União Soviética, finalmente, deixou de existir. No dia 25, o presidente Gorbachev foi à TV para comunicar ao povo que estava deixando o cargo.
O Fim da União Soviética
Em 1991, em meio a uma grave crise do que se passou a chamar “socialismo real”, a União Soviética deixava oficialmente de existir. Era mais um fato de uma época de mudanças radicais – queda do Muro de Berlim, reunificação da Alemanha, queda dos regimes de esquerda do Leste Europeu etc.
A URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) foi considerada por muitos, durante décadas, a utopia operária, um país onde a classe trabalhadora governava em condições dignas de vida. Para outros, entretanto, a União Soviética foi um pesadelo de autoritarismo e opressão, a “maior inimiga do Ocidente”.
Criado em 1922, o novo país teria, pela primeira vez na história, a aplicação da teoria socialista, onde um estado forte, governado pela classe proletária, controlaria toda a economia e se responsabiliza pela distribuição igualitária da riqueza entre toda a população.O país foi criado depois da revolução de 1917, na Rússia, em que os bolcheviques, liderados por Lênin e profundamente influenciados pelas idéias do filósofo alemão Karl Marx, iriam estabelecer um governo em que a propriedade privada dos meios de produção deixaria de existir.
Lênin tentou colocar em prática as idéias de Marx, formulando soluções práticas para a implantação do novo sistema econômico.
Lênin morreu em 1924 e foi substituído por Josef Stalin. Seguiram-se anos difíceis para o novo país. Stalin centralizou o poder em suas mãos, determinou a coletivização das fazendas e baniu milhares de pessoas para a Sibéria.
O novo líder levaria a União Soviética a participar da Segunda Guerra Mundial, durante a qual o exército vermelho ocupou e anexou os países bálticos.
Ao final da guerra, o mundo ficou dividido em duas regiões de influência geopolítica: uma, a Oeste, dominada pelos Estados Unidos; e o Leste, do outro, onde boa parte dos países era influenciada, direta ou indiretamente, por Moscou.
Stalin apostou no desenvolvimento do culto à sua própria personalidade, como forma de garantir a adoração popular. Quando de sua morte em 1953, a URSS era uma potência, com extraordinário desenvolvimento social e econômico. Os crimes de Stálin foram denunciados pelo próprio líder soviético Nikita Khuchev e abalaram o movimento comunista internacional.
Nos anos 70, o modelo político-econômico soviético, que havia transformado o país numa superpotência, começava a dar sinais de exaustão. Nas fábricas, o maquinário estava ficando obsoleto, e a economia estava estagnada. A Rússia, de fato, vivia um período de decadência. Apesar do povo poder comprar apartamentos baratos, ter saúde pública e ensino gratuitos, as condições de vida da população começaram a piorar rapidamente.
No final dos anos 80, o presidente soviético Mikhail Gorbachev estava ciente dos problemas que o país atravessava e decidiu adotar dois conjuntos de reformas. A Perestroika, ou Reestruturação, visava a mudar as condições econômicas do Estado – na realidade, permitia a volta da propriedade privada e do capitalismo. Já a Glasnost, ou Transparência, tinha como objetivo mudar a estrutura política e abrir caminho para o surgimento de mecanismos de expressão democrática. Gorbachev queria diminuir a burocracia e a corrupção, que eram alarmantes nos órgãos estatais naquela época.
Segundo o pesquisador Anatoly Sosnovsky, da Academia de Ciências de Moscou, Gorbachev se lançou numa tarefa inútil.”Ele queria reformar um sistema que era irreformável”, explicou Sosnovsky. “Se você tirasse um tijolo, ele desabaria”.
Em 1991, a popularidade de Gorbachev estava em baixa, por causa da falta de resultados das suas reformas na tentativa de melhorar a vida da população.
Nesse momento, setores do governo contrários às reformas, como membros da velha guarda do Partido Comunista e alguns militares, decidiram tentar dar um golpe de estado.
Os golpistas não contavam com a mobilização popular e com a liderança do presidente da república da Rússia, Boris Yeltsin. Depois de apenas três dias, a tentativa de golpe fracassou.
Gorbachev voltaria ao poder enfraquecido, por causa da ascensão de Yeltsin. O golpe também havia sido a gota d’água que faltava para o desmoronamento da União Soviética.
O presidente russo e outros líderes de repúblicas soviéticas iniciaram negociações para a criação da Comunidade de Estados Independentes (CEI), que uniria boa parte dos ex-países soviéticos. Em dezembro, a União Soviética, finalmente, deixou de existir. No dia 25, o presidente Gorbachev foi à TV para comunicar ao povo que estava deixando o cargo.
A situação da Rússia hoje tem semelhanças e diferenças dos tempos em que existia a URSS. Abundam os produtos que podem ser encontrados em qualquer loja do ocidente e que na época da comunista não se encontravam – computadores, celulares, máquinas de xerox (proibidas quando do governo comunista), supermercados cheios de alimentos etc. Nas lojas, encontram-se refinadas roupas, podendo se divertir nas danceterias de Moscou. Carros de luxo percorrem as ruas da capital russa. Para a nova elite russa – composta na maioria por indivíduos que compunham a burocracia da URSS – o capitalismo é uma maravilha.
Contudo, problemas saltam aos olhos. O país é governado com mão de ferro por Vladimir Putin. A liberdade de imprensa inexiste, a corrupção continua, a violência, o alcoolismo, o consumo de drogas, a prostituição grassam, patrocinadas em boa parte pela perigosa máfia russa, a qual por sua vez mantém íntimos contatos com autoridades do país.
A pobreza cresce na Rússia – mendigos e prostitutas são facilmente encontrados nas ruas de Moscou. Os aposentados, em especial, vivem uma situação muito difícil (alguns ganham o equivalente a cerca de R$ 40 por mês). Analistas dizem que a Rússia é hoje o pior país do mundo para ser um homem adulto. Lá, os homens vivem em média 61 anos – três anos a menos do que a média no Brasil. Uma das razões é o aumento nas taxas de suicídio e de alcoolismo.
Segundo estudiosos, a piora na qualidade de vida dos russos tem a ver com a mudança do regime de governo. A política e a economia influenciam o lado psicológico dos indivíduos. E a crise da Rússia levou a uma degradação de valores. Você pode ser levado a matar só para se alimentar.
Para complicar, surgem movimentos de povos dominados pela Rússia que desejam autonomia – é o caso da Chechênia, região rica em petróleo. A Rússia já se envolveu em duas guerras na Chechênia: de 94 a 96 e outra em 1999. Nas duas, centenas de russos morreram em combate. Muitos russos acham que a guerra na Chechênia é necessária para evitar que uma nova onda separatista tome conta do país.
Em meio a uma grave crise quase passou a chamar “socialismo real”, a União Soviética deixava oficialmente de existir. A URSS (foi considerada por muitos, durante décadas, um país onde a classe trabalhadora governava em condições dignas de vida). Para outros, entretanto, a URSS foi um pesadelo de autoritarismo e opressão, a “maior inimiga do Ocidente”.
Com a aplicação da teoria socialista, onde um estado forte, governado pela classe proletária, controlaria toda a economia e se responsabiliza pela distribuição igualitária da riqueza entre toda a população, o país foi liberado pelos os bolcheviques( Lênin – que seguiria idéias do filosofo Karl Marx), iriam estabelecer um governo em que a propriedade privada dos meios de produção deixaria de existir.
Lênin tentou colocar em prática as idéias de Marx, formulando soluções práticas para a implantação do novo sistema econômico. Mas assim que Lênin morreu (em 1924) e substituído por Stalin, o país começou a enfrentar anos difíceis. Stalin centralizou o poder em suas mãos, determinou a coletivização das fazendas e baniu milhares de pessoas para a Sibéria.
O novo líder levaria a União Soviética a participar da Segunda Guerra Mundial, durante a qual o exército vermelho ocupou e anexaram os países bálticos.
Ao final da guerra, o mundo ficou dividido em duas regiões de influência geopolítica: uma, a Oeste, dominada pelos Estados Unidos; e o Leste, do outro, onde boa parte dos países era influenciada, direta ou indiretamente, por Moscou. E Stalin apostou no desenvolvimento do culto à sua própria personalidade, como forma de garantir a adoração popular.
Quando de sua morte em 1953, a URSS era uma potência, com extraordinário desenvolvimento social e econômico. Os crimes de Stálin foram denunciados pelo próprio líder soviético Nikita Khuchev e abalaram o movimento comunista internacional.
Nos anos 70, o modelo político-econômico soviético, que havia transformado o país numa superpotência, começava a dar sinais de exaustão. Nas fábricas, o maquinário estava ficando obsoleto, e a economia estava estagnada. A Rússia, de fato, vivia um período de decadência. Apesar de o povo poder comprar apartamentos baratos, ter saúde pública e ensinos gratuitos, as condições de vida da população começaram a piorar rapidamente.
O presidente soviético, Mikhail Gorbachev, estava ciente dos problemas que o país atravessava e decidiu adotar dois conjuntos de reformas. A Reestruturação, visava a mudar as condições econômicas do Estado – na realidade, permitia a volta da propriedade privada e do capitalismo. Já a Glasnost, ou Transparência, tinha como objetivo mudar a estrutura política e abrir caminho para o surgimento de mecanismos de expressão democrática. Mas Gorbachev queria diminuir a burocracia e a corrupção, que eram alarmantes nos órgãos estatais naquela época.
A popularidade de Gorbachev ficou em baixa, por causa da falta de resultados das suas reformas. Então membros da velha guarda do Partido Comunista e alguns militares, decidiram tentar dar um golpe de estado.E o golpe fracassou, pois eles não contavam com a mobilização da população.
O presidente russo e outros líderes de repúblicas soviéticas iniciaram negociações para a criação da Comunidade de Estados Independentes (CEI), que uniria boa parte dos ex-países soviéticos. Em dezembro, a União Soviética, finalmente, deixou de existir. No dia 25, o presidente Gorbachev comunicou que deixaria o cargo.
Conclusão: Lênin e Stalin seguiam idéias socialistas ajudando na economia do país. Já Gorbachev criou maneira diferente, queria diminuir a burocracia e a corrupção, as medidas propostas por Gorbachev não foram aceitas pela população, então o Partido comunistas e militares optaram a dar um golpe de estado, mas o golpe não dera certo, pois a população se mobilizou, então Boris Yeltsin ficou no seu lugar e como a população protestou, Gorbachev voltaria ao poder enfraquecido, por causa da ascensão de Yeltsin. O presidente e líderes soviéticos negociaram a CEI (Comunidade de Estados Independentes) que uniria ex-países soviéticos e com a volta de Gorbachev estava muito fraca, ele deixou o cargo e foi o fim da União Soviética
A União Soviética enfrentava uma crise econômica devido à falta do uso de tecnologia industrial já utilizada pelos países ocidentais. Em 1985, Mikhail Gorbachev subiu ao poder e criou dois programas de reestruturação, Perestroika e Glasnost. Perestroika promovia uma reestruturação econômica que descentralizava e desmilitarizava a economia e introduzia elementos capitalistas. Glasnost era uma medida que abolia a censura e previa a diminuição da influência do estado na vida do cidadão. Porém essas medidas trouxeram a insatisfação da população e várias repúblicas proclamaram a independência da União Soviética, temendo o quadro político formado na Rússia. Logo a União Soviética teve seu fim.
O fim da União Soviética gerou instantaneamente o fim da Guerra Fria, onde o mundo se dividia em países capitalistas e socialistas. Os países capitalistas eram “comandados” pelos EUA enquanto a URSS era a potência dos países socialistas. O mundo se encontrava em uma época de tensão, onde as duas potências se desenvolviam tecnologicamente e uma corrida armamentista acontecia, porém nenhuma batalha física ocorria.
Mikhail Gorbachev foi o último Secretário-Geral do Comitê Central do Partido Comunista da União Soviética de 1985 a 1991. As suas tentativas de reforma conduziram ao final da Guerra Fria e, ainda que não tivesse esse objetivo, terminou com o poderio do Partido Comunista no país, levando, até mesmo à dissolução da União Soviética.
Bóris Yeltsin foi um político russo, com um importante papel na história recente da União Soviética e da Federação Russa. Foi o primeiro presidente da Rússia em 1991, após o fim da União Soviética, e o primeiro eleito democraticamente na história daquele país governando entre 1991 e 1999.
Guerra Civil
Entre 1918 e 1922, logo após a Revolução Bolchevique, teve início a Guerra Civil na Rússia, entre os revolucionários (vermelhos) e os contra – revolucionários (brancos), que tiveram o auxílio de tropas estrangeiras de intervenção, enviadas por França, Reino Unido, Japão e Estados Unidos e mais 13 países.
Nova Política Econômica
Lenin implementou a NEP, sigla para Nova Política Econômica, que recuperou alguns traços de capitalismo para incentivar a nascente economia soviética. Desta forma, o PC russo e o governo dos soviets pretendiam reconstruir a economia russa devastada pela invasão estrangeira e pela resistência das classes proprietárias a perda de seus incomensuráveis privilégios. A NEP, segundo Lenin, consistia num recuo tático caracterizado pelo restabelecimento da livre iniciativa e da pequena propriedade privada, admitindo o apoio de financiamentos estrangeiros.
Grande Guerra Patriótica
De 1941 a 1945, a participação da União Soviética na Segunda Guerra Mundial ficou conhecida como a Grande Guerra Patriótica, combatendo os soviéticos contra as forças invasoras da Alemanha Nazista, ao lado dos Aliados ocidentais. Quando a Alemanha nazista invadiu a URSS, os soldados de Adolf Hitler contavam com um grande prestígio devido às vitórias na frente ocidental e oriental e inicialmente conquistaram vitórias esmagadoras, mas com a união das várias nacionalidades que compõem a URSS e a eficácia das estratégias usadas pelo exército vermelho o exército alemão foi obrigado a recuar de suas posições até ser derrotado em seu próprio país em 1945. Nesse meio tempo o exército vermelho libertou da ocupação nazista vários países do Leste Europeu, contando com a ajuda das resistências internas de cada país. Com a invasão de Berlim, a capital alemã, pelos soviéticos, o ditador nazista, Adolf Hitler cometeu suicídio.
Desestalinização
O sucessor de Stalin, Nikita Kruschev, empreendeu uma política de denunciar os abusos do seu antecessor. Durante o Congresso de 1956 do Partido Comunista da União Soviética, Kruschev divulgou uma série de crimes de Stalin, renegando a herança do stalinismo, estabelecendo, assim, uma nova postura e criando um novo paradigma para o comunismo internacional denominado coexistência pacífica entre sistemas diferentes (capitalismo e socialismo). A propaganda capitalista se utilizou muito dos argumentos engendrados por Kruschev para fazer frente à URSS.
Corrida espacial
Como resultado da guerra fria, a União Soviética viu-se envolvida em uma corrida pela conquista do espaço contra os EUA. A União Soviética foi a nação que tomou a dianteira na exploração espacial ao enviar o primeiro satélite artificial, o Sputnik, e o primeiro homem ao espaço, Yuri Gagarin. Grande parte dos feitos espaciais da União Soviética devem-se ao talento do engenheiro de foguetes Sergei Korolev, o engenheiro-chefe do programa espacial soviético, que convenceu o líder Nikita Khrushchov da importância da conquista do espaço.
Estabilidade e Estagnação
Entre 1956 e 1985, a União Soviética atingiu seu apogeu geopolítico e tecnológico. Entretanto, foi também a época do bloqueio economico imposto pelos EUA que gerou pobreza e impedia os soviéticos de melhorarem a qualidade de vida.Segundo dados da ONU os bloqueios econômicos americanos já mataram em todo o mundo cerca de 500 milhões de pessoas em 65 anos.
Mikhail Gorbatchov foi o último dirigente soviético. Assumiu o cargo de secretário-geral da PCUS (Partido Comunista da União Soviética) em março de 1985, substituindo Konstantin Tchernenko, que faleceu naquele ano. O bom relacionamento com os membros do partido e a habilidade política foram fatores que credenciaram Gorbatchov a assumir o posto mais importante na hierarquia administrativa soviética. Defensor de idéias modernizantes, instituiu dois grandes projetos inovadores ao conservadorismo dos dirigentes: a perestroika (reconstrução econômica) e a glasnost (transparência política).
Queda do muro de Berlim e colapso da cortina de ferro
Com a crise emergente da URSS, os países comunistas entraram em grave declínio. Dois grandes marcos da crise soviética foram percebidos na Europa: o colapso da Cortina de Ferro e a Queda do Muro de Berlim. O colapso do Leste europeu, a chamada Cortina de Ferro, se iniciou na Polônia com o movimento “Solidariedade”, liderado por Lech Walesa, e se espalhou por todos os países comunistas europeus. Já a Queda do Muro de Berlim foi o grande símbolo da crise socialista; o fim da divisão de Berlim e a unificação alemã representaram o fim do socialismo na Europa e início do dominio total do capitalismo.
Independência das Repúblicas Socialistas
Em setembro de 1991 a Lituânia, a Estônia e a Letônia se aproveitaram do momento ao qual a URSS passava e declararam a sua independência; haviam sido anexados após a Segunda Guerra Mundial.
Em 1º de Dezembro, a Ucrânia proclamou sua independência por meio de um plebiscito que contou com o apoio de 90% da população.
O Fim da URSS
Uma semana depois, os presidentes das repúblicas da Rússia, Ucrânia e Bielo-Rússia criaram, na cidade de Brest (Bielo-Rússia), a Comunidade de Estados Independentes (CEI), decretando o fim da União Soviética.
No dia 21 de dezembro, 11 das 15 repúblicas soviéticas, em Alma Ata, capital do Casaquistão, endossaram a CEI, decretando o fim da União Soviética.
Gorbatchov governou sem apoio durante mais quatro dias e em 25 de Dezembro de 1991, renunciou e declarou que a União Soviética deixaria de existir oficialmente em 31 de dezembro de 1991.
Uma semana depois, os presidentes das repúblicas da Rússia, Ucrânia e Bielo-Rússia criaram, na cidade de Brest (Bielo-Rússia), a Comunidade de Estados Independentes (CEI), decretando o fim da União Soviética.
No dia 21 de dezembro, 11 das 15 repúblicas soviéticas, em Alma Ata, capital do Casaquistão, endossaram a CEI, decretando o fim da União Soviética.
Gorbatchov governou sem apoio durante mais quatro dias e em 25 de Dezembro de 1991, renunciou e declarou que a União Soviética deixaria de existir oficialmente em 31 de dezembro de 1991.